A empresa fecha contrato com a clínica e descobre, semanas depois, que faltavam documentos básicos para começar.
Resultado: atraso nos exames, eventos não transmitidos no prazo e risco de multa.
Esse erro acontece mais do que parece, e é evitável.
Antes de assinar qualquer contrato com uma clínica de saúde ocupacional, a empresa precisa ter em mãos:
✅ CNPJ ativo e dados cadastrais atualizados
✅ Relação de cargos e funções com os respectivos riscos ocupacionais
✅ Número de funcionários por setor (incluindo terceiros, se houver)
✅ PPRA ou PGR vigente (ou saber se precisa elaborar)
✅ Histórico dos últimos exames periódicos (se a empresa já existia)
✅ Acesso ao eSocial ou contato direto com o contador responsável
✅ Definição de quem vai centralizar o envio das informações à clínica
Esse último ponto é onde mais trava na prática.
Quando ninguém define quem é o responsável interno, as informações chegam fragmentadas, os prazos estouram e o médico do trabalho não consegue fechar o PCMSO corretamente.
A clínica faz a parte dela. Mas ela depende do que a empresa entrega.
Organizar isso antes da contratação reduz retrabalho, evita cobranças extras e garante que os eventos cheguem ao eSocial dentro do prazo.
Você já passou por algum desses gargalos na hora de contratar a clínica? Conta aqui nos comentários.
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